País
Elevador da Glória. Carlos Moedas afirma que autarquia "esteve sempre presente"
Foi inaugurado um memorial em homenagem às 16 vítimas mortais no acidente do Elevador da Glória, há um ano. As famílias dizem que estão ainda à espera de respostas e Carlos Moedas garante que a Câmara de Lisboa "esteve sempre presente".
"Hoje é um dia muito triste. Será sempre um dia muito triste para Lisboa", começou Carlos Moedas, em declarações aos jornalistas.
No local onde é inaugurado o memorial, o autarca de Lisboa afirmou que este é um dia para homenagear as vítimas e para demonstrar solidariedade para com os familiares.
"É esse o nosso dever: o dever da memória, de nunca esquecer nenhum dos nomes, de nunca esquecer o que eram, o que fizeram", disse.
As famílias passam agora a ter "um espaço digno, único, simples" e que represente os "entes queridos".
Carlos Moedas deixou ainda uma palavra de agradecimento a todas as autoridades que colaboraram para ajudar no dia do acidente do Elevador da Glória.
Questionado sobre a carta aberta, na qual as vítimas e os familiares admitem sentir-se esquecidas, o autarca assegurou que "a Câmara esteve sempre presente".
No local onde é inaugurado o memorial, o autarca de Lisboa afirmou que este é um dia para homenagear as vítimas e para demonstrar solidariedade para com os familiares.
"É esse o nosso dever: o dever da memória, de nunca esquecer nenhum dos nomes, de nunca esquecer o que eram, o que fizeram", disse.
As famílias passam agora a ter "um espaço digno, único, simples" e que represente os "entes queridos".
Carlos Moedas deixou ainda uma palavra de agradecimento a todas as autoridades que colaboraram para ajudar no dia do acidente do Elevador da Glória.
Moedas não responde a carta aberta
"É um dia de homenagem, solidariedade e de gratidão. E é isso que nós estamos aqui a fazer", respondeu.
A cerimónia decorreu no Largo do Oliveirinha, junto à Calçada da Glória, no dia em que passa um ano sobre o acidente, com a presença, entre outros, de familiares das vítimas.
Foram depositadas várias coroas de flores, na maioria brancas, mas havia também uma com as cores da bandeira francesa, nacionalidade de uma das vítimas.
No largo foi colocada uma oliveira de 150 anos e 16 blocos em calcário assinalam o aniversario sobre o descarrilamento na Glória que fez 16 mortos e 24 feridos de 15 nacionalidades.
A composição do memorial integra uma oliveira adulta implantada em caldeira circular e rodeada por “16 blocos pétreos em calcário” com “alturas diferenciadas e superfícies preparadas para gravação dos nomes das vítimas”.
Foram depositadas várias coroas de flores, na maioria brancas, mas havia também uma com as cores da bandeira francesa, nacionalidade de uma das vítimas.
No largo foi colocada uma oliveira de 150 anos e 16 blocos em calcário assinalam o aniversario sobre o descarrilamento na Glória que fez 16 mortos e 24 feridos de 15 nacionalidades.
A composição do memorial integra uma oliveira adulta implantada em caldeira circular e rodeada por “16 blocos pétreos em calcário” com “alturas diferenciadas e superfícies preparadas para gravação dos nomes das vítimas”.